De Caboclos a Bem-te-vis: Formação do Campesinato Numa Sociedade Escravista

Editora: ANNABLUME (veja mais livros desta editora)
Autor(es): Matthias Rhrig Assunção (veja mais livros deste autor)

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Ficha técnica

Código de barras:
9788539106608
Dimensões:
2.37cm x 16.00cm x 23.00cm
Edição:
2
Editora:
ANNABLUME
ISBN:
8539106604
ISBN13:
9788539106608
Número de páginas:
472
Peso:
630 gramas
Encadernação:
Brochura

Sinopse

Em De Caboclos a Bem-te-vis, num intenso diálogo entre o local, o regional, o nacional e o atlântico, Matthias Assunção procura entender como caboclos, escravos, libertos e descendentes de africanos tornam-se rebeldes e protagonizam uma das maiores revoltas do Brasil imperial, na primeira metade do século XIX, no Maranhão – a Balaiada. Com uma impactante pesquisa, tenho certeza que o leitor sairá convencido da importância do conhecimento histórico para revermos cristalizadas representações sobre a mobilização política de setores populares e negros, assim como para entendermos que o passado sempre pode reaparecer e ser acionado nas lutas políticas e identitárias do presente. A Balaiada, como mostra Matthias, não foi esquecida. Martha Abreu – Universidade Federal Fluminense. O leitor perceberá no estudo de Assunção um escravo visto sob um ângulo incomum, pois cercado de indígenas e de europeus de variadas identidades. Também verá que o “tempo balaio” é um processo de difícil amálgama de todo este universo, e ao mesmo tempo é quando se forma a maior parte da riqueza que faz os caboclos transmutarem-se em bem-te-vis. Magda Ricci – Universidade Federal do Pará Resenha para Revista Afro-Ásia 56. Dentre os méritos que emergem do texto, talvez o mais significativo e original esteja na proposta de explorar formas não escravistas de trabalho em uma das mais escravistas províncias do Império do Brasil. Pesquisa de fôlego sobre a sociedade maranhense […] De Caboclos a Bem-te-Vis é leitura obrigatória para os pesquisadores dedicados às primeiras décadas do século 19. Marcelo Cheche Galves – Universidade Estadual do Maranhão Resenha para Revista Almanack 15